Acaba de Ser Revelado Verdadeiro Culpado da M0rte do Bebê de 1 ano em SP: “Sua Própria Mãe E O… Ver mais

Acaba de Ser Revelado Verdadeiro Culpado da M0rte do Bebê de 1 ano em SP: “Sua Própria Mãe E O… Ver mais

A pacata rotina da cidade de Guarujá, localizada no litoral de São Paulo, foi severamente impactada por uma descoberta policial de proporções estarrecedoras. O caso teve início quando o pequeno Noah de Andrade Nascimento, de apenas um ano de vida, deu entrada sem sinais vitais em uma unidade médica local. Inicialmente, a ocorrência havia sido tratada pelas autoridades apenas como uma morte a esclarecer, já que a mãe alegava fatalidade. Contudo, o cenário mudou radicalmente com a chegada do laudo pericial.

Os médicos legistas do Instituto Médico Legal realizaram exames minuciosos e detalhados na estrutura corporal da jovem vítima. O resultado do laudo de necropsia chocou até mesmo os investigadores mais experientes da Delegacia Sede da comarca. Os exames apontaram de forma categórica que o menino vinha sofrendo agressões físicas severas e reiteradas ao longo dos dias. Além disso, a perícia médica constatou lesões traumáticas profundas que comprovavam de maneira inequívoca a ocorrência de abuso íntimo.

O documento técnico emitido pelos peritos descreveu a existência de diversos cortes nos pulsos, arranhões profundos e queimaduras na pele. Os indícios apontavam que as marcas decorriam supostamente do uso cruel de bitucas de cigarro acesas contra a criança. Diante da gravidade incontestável dessas evidências materiais, a natureza jurídica da investigação criminal foi imediatamente alterada. O caso passou a ser tratado oficialmente pelas autoridades policiais como tortura qualificada e estupro de vulnerável.

A Prisão e o Perfil dos Envolvidos

Com o avanço rápido das investigações e a conclusão dos laudos, a Polícia Civil solicitou a prisão temporária dos suspeitos. Os mandados foram cumpridos de forma imediata contra Iarley do Nascimento Bezerra, mãe da vítima, e José Erasmo Felix Mouzinho. Ambos residiam no mesmo imóvel onde os episódios de violência supostamente aconteciam há cerca de uma semana. A captura da dupla gerou grande repercussão e revolta na comunidade local.

Iarley, que tem 23 anos de idade, havia se mudado recentemente para a residência de José, de 52 anos. A mudança ocorreu logo após a jovem passar por um processo de separação litigiosa com o pai do bebê. José era o responsável direto por alugar e ceder o imóvel, além de prestar auxílio financeiro constante para a mulher. Em seus depoimentos iniciais, os dois negaram terminantemente qualquer envolvimento com agressões.

O g1 apurou que os dois detidos possuíam um histórico amoroso compartilhado em um período passado da vida. No entanto, em sua defesa perante os policiais, o homem alegava que atualmente mantinham apenas uma forte amizade. José declarou formalmente em seu termo de depoimento que tratava a jovem de forma semelhante a uma filha. Ele reiterou que ajudava financeiramente por ela não possuir nenhum parente naquela localidade.