Ex-marinheiro é achado mort0 com o pescoço cor…Ver Mais

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A morte de Tiago Nazario de Oliveira, de apenas 21 anos, deixou familiares, amigos e moradores da Zona Norte do Rio de Janeiro em profunda comoção. O jovem foi encontrado sem vida após desaparecer em uma saída aparentemente comum.

O caso passou a ser investigado pela Polícia Civil depois que Tiago foi localizado na Ilha do Governador, na última terça-feira. Antes disso, segundo a família, ele havia saído de casa e não retornou.

A dor dos parentes ganhou repercussão nas redes sociais, onde relatos emocionados e homenagens começaram a circular. Aos poucos, detalhes sobre a rotina do jovem e as circunstâncias do desaparecimento trouxeram ainda mais tristeza ao caso.

A saída de casa que terminou em uma busca desesperada

Segundo informações repassadas pela família, Tiago era morador da Penha, também na Zona Norte do Rio, e saiu de casa com destino à comunidade do Maruim. Ele iria visitar a afilhada, mas não voltou.

A ausência inesperada deixou os familiares em alerta. O que parecia ser apenas uma visita comum se transformou em preocupação, especialmente quando o jovem deixou de dar notícias e não retornou para casa como era esperado.

Em meio à angústia, parentes passaram a buscar informações sobre o paradeiro de Tiago. A confirmação de que ele havia sido encontrado sem vida na Ilha do Governador trouxe um golpe duro para todos que acompanhavam o caso.

A mãe do jovem, muito abalada, afirmou em entrevista compartilhada pela irmã da vítima nas redes sociais que o filho teve o pescoço cortado e depois foi afogado. A declaração aumentou a comoção pública.

O passado na Marinha e a despedida que comoveu amigos

Nas redes sociais, imagens de Tiago usando uniforme da Marinha também começaram a circular, o que levou muitas pessoas a associarem o jovem à instituição. Depois da repercussão, houve um esclarecimento oficial sobre esse ponto.

O Comando do 1º Distrito Naval informou que Tiago havia sido licenciado do Serviço Ativo da Marinha em 29 de fevereiro de 2025. Ou seja, ele já não integrava mais o serviço ativo no momento da morte.

Além da passagem pela Marinha, Tiago também estudava. Ele fazia curso técnico em administração na Ilha do Governador, e a instituição onde era aluno publicou uma nota lamentando profundamente a perda do jovem.

Na mensagem, a direção do Grau Técnico prestou condolências aos familiares, amigos e todos que conviveram com Tiago. O texto destacou as boas lembranças, o carinho e os momentos compartilhados como forma de conforto.

Agora, a Polícia Civil segue responsável por investigar a morte de Tiago Nazario de Oliveira. Enquanto familiares aguardam respostas, o caso permanece cercado de dor, revolta e muitas perguntas ainda sem explicação pública.