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Este Detalhe no Túmul0 Vazio da Pequena Eloá Chocou Até os Peritos: ‘O corp0 foi arrast4do para… Ver Mais

Uma dor que nenhuma família deveria sentir duas vezes. Nesta terça-feira (27), a cidade de São Lourenço da Mata, no Grande Recife, tornou-se palco de um ato inacreditável e profano.

O corpo da pequena Eloá Sophia, uma criança de apenas 2 anos que descansava em paz, foi brutalmente retirado de seu túmulo no cemitério público local. A descoberta macabra foi feita por uma amiga da família, que, ao visitar o local, deparou-se com uma cena de horror: a sepultura violada e um buraco vazio onde deveria estar o pequeno caixão.

A mãe da menina, Eduarda Rodrigues de Freitas, uma dedicada técnica de enfermagem, ainda vivia o luto pela perda da filha há menos de três meses. Ao receber a ligação desesperada da amiga, seu mundo desabou pela segunda vez.

‘Chegando lá, na frente do túmulo da minha filha, ela disse que estava um buraco e que, dentro do túmulo, a minha filha não estava mais’, relatou a mãe, com a voz embargada pela dor e pela incredulidade. É um absurdo, uma falta de respeito que clama aos céus por justiça.

O Achado Macabro: O que Fizeram com o Pequeno Corpo de Eloá?

O que se seguiu foi uma busca angustiante dentro do próprio cemitério. Funcionários, inicialmente, disseram não ter visto nada, tentando abafar o caso. Mas a verdade não pôde ser escondida. Após o acionamento da Polícia Militar, o pequeno corpo de Eloá Sophia foi encontrado a cerca de 200 metros de distância de sua sepultura original, simplesmente deixado no chão, perto de outra cova. Felizmente, segundo a mãe, o corpo não apresentava novas marcas de violação, mas o ato de retirá-lo de seu local de descanso já é uma violência sem tamanho.

A polícia trabalha com a hipótese de que ladrões teriam violado o túmulo em busca de pertences de valor, como joias. ‘Mas minha filha só tinha 2 anos, era um bebê’, desabafou a mãe, expondo a crueldade sem sentido do crime.

O corpo do anjinho foi levado ao Instituto de Medicina Legal (IML) para novas análises, forçando a família a passar pelo trauma de um segundo enterro. ‘Amanhã vou ter que enterrar minha filha de novo. O que mais dói é a dor do luto que a gente já teve’, disse Eduarda.

Negligência e Dor: Família Exige Respostas e Justiça por Ato Profano

A revolta da família é ainda maior diante da aparente negligência do cemitério. Segundo a mãe, o vigia noturno admitiu abertamente que não realiza rondas. ‘Falou em alto e bom som lá que não fazia isso, o que eu acho um absurdo.

Como é que uma pessoa não ouve a pessoa derrubando um aparelho?’, questionou Eduarda, indignada. A Prefeitura de São Lourenço da Mata prometeu abrir uma sindicância para apurar o caso, mas para a família, a ferida já foi reaberta de forma cruel.

A pequena Eloá lutou bravamente contra uma leucemia agressiva desde os três meses de vida, passando por um transplante de medula óssea em São Paulo, mas infelizmente não resistiu às complicações. Sua batalha foi um exemplo de força.

Agora, sua memória é desrespeitada por um ato covarde e desumano. A comunidade se une em oração pela família e clama por segurança e respeito aos seus mortos. Que a justiça seja feita para que a pequena Eloá possa, finalmente, descansar em paz como merece.

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