Esposa de policial baleado revela o último pedido do marido antes de morrer: “Prendam o… Ver Mais
A comoção pela morte do policial Felipe Marque Monteiro ainda repercute nesta quinta-feira, 22 de maio, três dias após a despedida realizada no Rio de Janeiro. O agente, que havia sido baleado em um helicóptero da Polícia Civil durante uma operação, recebeu homenagens emocionadas de colegas de farda, amigos e familiares na tarde de terça-feira, 19 de maio.
O cortejo percorreu parte da orla carioca até o Cemitério do Caju, onde a cerimônia foi marcada por uma chuva de pétalas. A cena emocionou quem acompanhava o adeus ao policial, que passou meses lutando pela vida após ser atingido por um disparo de fuzil em março de 2025.
Felipe se tornou conhecido nacionalmente durante o período de internação. A família compartilhou atualizações sobre o estado de saúde dele, organizou campanhas de doação de sangue e recebeu apoio de milhares de pessoas nas redes sociais. A trajetória do policial mobilizou seguidores e gerou grande solidariedade.
A operação que mudou a vida da família
O caso aconteceu durante uma operação da Polícia Civil contra uma quadrilha especializada em roubar vans e desmontar os veículos para vender peças. Felipe estava em uma aeronave quando foi atingido por um disparo de fuzil na região da testa. A bala colidiu antes com o helicóptero e perdeu velocidade, mas ainda provocou uma lesão gravíssima.
Segundo relatos, Felipe costumava avisar a esposa quando pousava após as operações. Naquele dia, porém, a mensagem esperada nunca chegou. A ausência do aviso deu início a uma sequência de preocupação, socorro médico e uma longa batalha pela recuperação.
O policial passou por cirurgias, transfusões e cuidados intensivos. A gravidade do ferimento exigiu acompanhamento constante, e sua evolução era acompanhada de perto por familiares e por pessoas que se sensibilizaram com a história. Mesmo após receber alta, ele voltou a enfrentar complicações de saúde.
Repercussão continua após o adeus
Nesta quinta-feira, 22 de maio, a história de Felipe segue sendo lembrada por quem acompanhou sua luta desde o início. A despedida no Cemitério do Caju marcou o fim de uma trajetória de resistência, mas também reforçou o impacto que o caso teve entre policiais, amigos e moradores do Rio de Janeiro.
A morte do agente provocou manifestações de tristeza nas redes sociais. Muitas pessoas destacaram a coragem de Felipe, o apoio da família e a dedicação dos profissionais envolvidos em seu tratamento. O perfil do policial chegou a alcançar milhões de seguidores durante o período de internação.
Felipe deixa uma história marcada por serviço, luta e comoção pública. O cortejo com pétalas se tornou uma imagem simbólica da despedida, lembrando não apenas a dor da perda, mas também o reconhecimento a um policial que enfrentou meses difíceis após ser ferido em uma operação.





