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Terr0r: Mãe Tira Vida do Filho Após Misturar Banana Com Ven…ver mais

A imagem dura poucos segundos, mas mudou completamente o rumo de uma investigação que já era cercada por dúvidas. Uma câmera de segurança registrou a ida da tatuadora Giovanna Chiquinelli Marcatto, de 26 anos, a um petshop na zona leste de São Paulo, onde ela comprou veneno de rato.

Horas depois, o filho dela, Dante Chiquinelli Marcatto, de apenas 9 meses, começou a passar mal. A própria mãe levou o bebê ao Hospital Estadual da Vila Alpina, dizendo que a criança “não aparentava estar bem”. O que parecia uma entrada por mal-estar logo virou um caso cercado de suspeitas.

No dia seguinte, a morte do menino abalou até os policiais mais experientes. O registro inicial foi de “morte suspeita”, mas o que surgiria depois transformaria a história em um dos episódios mais revoltantes já apurados na região.

O laudo trouxe um detalhe que ninguém esperava ignorar

O exame necroscópico apontou a presença de partículas de raticida no organismo do bebê. A conclusão foi direta: a morte foi provocada por envenenamento. A partir daí, investigadores passaram a olhar cada passo dado nas horas anteriores ao óbito com muito mais atenção.

Segundo o relatório policial, o legista destacou que a ingestão do veneno teria ocorrido cerca de três horas antes da morte. Esse detalhe chamou ainda mais atenção porque foi justamente nesse período que, segundo o relato atribuído à mãe, ela teria oferecido banana amassada ao filho.

Outro ponto aumentou ainda mais a gravidade do caso. A grande quantidade da substância encontrada nas vísceras afastou a hipótese de ingestão acidental. O produto, conforme o registro policial, ainda possuía agente amargante, justamente para impedir que crianças o consumam por engano.

Foi esse conjunto de pistas que levou à prisão

Com as imagens do petshop, o laudo e a linha do tempo fechando de forma assustadora, a Polícia Civil pediu a prisão temporária da tatuadora por 30 dias. O pedido foi aceito pelo Tribunal de Justiça de São Paulo, e ela acabou presa na zona leste paulistana.

A suspeita foi indiciada por homicídio qualificado e seria submetida a audiência de custódia. Até o momento, a motivação do crime segue sob investigação. A defesa não havia sido localizada, e o espaço permaneceu aberto para manifestações, segundo as informações do caso.

Enquanto a investigação avança, o desfecho mais doloroso já aconteceu. O corpo de Dante foi velado e cremado no cemitério da Vila Alpina. Um bebê de 9 meses, uma câmera, um laudo e uma sequência de fatos que deixaram a cidade inteira em choque.

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