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Mulher M4t4 Marido Com 15 F4cad4s, Confessa o Crime e Acaba de Ser… Ver Mais

Um caso chocante em Osasco, na região metropolitana de São Paulo, vem mobilizando a atenção da polícia e da família de Erinaldo Oliveira, de 30 anos. Ele foi encontrado morto com mais de 15 golpes de faca, e a esposa, inicialmente, alegou que ele teria cometido suicídio. Mas, após pressão da família e novas investigações, a mulher confessou o crime.

A versão inicial e a reviravolta

No dia da morte, a esposa de Erinaldo disse à polícia que ele chegou em casa embriagado e teve uma briga com ela. Segundo ela, ele teria pegado uma faca e começado a se ferir, enquanto ela tentava impedi-lo sem sucesso. O corpo de Erinaldo foi levado ao hospital, onde os médicos encontraram mais de 15 ferimentos a faca.

Desconfiados da história, os familiares contrataram uma perícia particular. O laudo apontou que Erinaldo tinha lesões no rosto, pescoço, tórax e pernas. Para a família, esses ferimentos indicam que ele foi atacado e não se feriu sozinho. Além disso, não havia marcas de defesa nas mãos do homem, o que reforça a suspeita.

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Após confrontada com o laudo e pressionada pela família, a esposa confessou o crime. Em um áudio enviado aos familiares, ela afirmou que agiu em legítima defesa. “Eu não tenho muito o que falar. Eu agi de legítima defesa. Eu iria morrer naquele dia”, disse a mulher.

A reação da família e a busca por justiça

A família de Erinaldo está revoltada com a situação. Franciele, irmã da vítima, questiona como alguém pode alegar legítima defesa após desferir mais de 15 golpes de faca. Para ela, a quantidade de ferimentos indica ódio, e não defesa. “15 facadas não dá para alegar legítima defesa. De jeito nenhum”, afirmou.

Franciele também destacou que as brigas entre o casal eram frequentes. Segundo ela, Erinaldo sempre aparecia machucado após os desentendimentos. “Ele sempre vinha machucado, mordido, arranhado”, disse. A família acredita que a morte de Erinaldo foi a segunda tentativa de assassinato, já que ele não reagiu durante o ataque.

Um mês após o crime, a família levou o áudio da confissão à polícia. A esposa de Erinaldo prestou um novo depoimento e confessou o crime, mas não foi presa. “Agora ela fugiu do fragrante, né? Porque tem um mês, fosse no mesmo dia, ela ficaria presa”, lamentou Franciele.

Investigações em andamento

O caso está sendo investigado como morte suspeita pela polícia. Os investigadores estão ouvindo testemunhas e aguardando novos laudos para esclarecer o que realmente aconteceu. A polícia reforçou que não vai passar detalhes para não comprometer as investigações.

A família espera que a esposa de Erinaldo seja punida. Para eles, a justiça precisa ser feita. “A gente nem acredita, nem parece, porque para mim ele não morreu não. O juiz ver, colocar ela presa pelo menos para ela pagar um tempo, alguma coisa que ela fez”, desabafou Franciele.

Enquanto aguardam respostas, os familiares de Erinaldo seguem em busca de esclarecimentos. Eles esperam que a polícia consiga solucionar o caso e garantir que a mulher não fique impune. “Tem que ser analisado o instrumento e comparar ali com os ferimentos, tá?”, reforçou Franciele.

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